Perguntas e Respostas

1Eu+Vc=Amor Eloá diz:*QUANDO VC ERA PEQUENA, OS PAIS PERCEBERAM QUE VC TINHA UMA DEFICIÊNCIA?

Eloá diz:*SIM
2Eu+Vc=Amor Eloá diz:*VC APRENDEU ANDAR E FALAR QUANTOS ANOS?

Eloá diz:*EU ACHO Q FOI COM 1 ANO*MAS EU SÓ ANDAVA SEGURANDO NAS COISAS*E ANDAVA NAS APONTA DOS PÉS

3Eu+Vc=Amor Eloá diz:*VC TEM ALGUMA DIFICULDADE E SE TEM QUAL?

Eloá diz:*DIFICULDADE PRA ESCREVER, CORRER, ANDAR E FALAR

4Eu+Vc=Amor Eloá diz:O QUE VC ACHA QUE A SUA VIDA PRECISA MELHORE POR QUÊ?

Eloá diz:*MINHA VIDA PRECISA EM MUITAS COISA*Q EU NEM SEI DIZER

5Eu+Vc=Amor Eloá diz:*VC JÁ VIVEL PRECONCEITO?
Eloá diz:*JA

6Eu+Vc=Amor Eloá diz:*VC TINHA DIFICULDADE DE BRINCAR OUTRAS CRIANÇAS?

Eloá diz:*NAO PQ EU NUNCAR TIVA AMIGOS*EU SÓ PRINCAVA COM A MINHA IRMA

sábado, 12 de janeiro de 2013

Adaptações físicas para aluno cadeirante

Que adaptações físicas devemos fazer na sala de aula considerando o aluno cadeirante e como adaptá-lo a sala de aula? A escola que irá receber um aluno cadeirante necessita de um detalhado estudo sobre o seu desenvolvimento geral, seu histórico de aprendizagem, é preciso fazer um diagnóstico cuidadoso para saber se ele necessita de um "Plano Individualizado de Adequação Curricular". É fundamental tratar essa aluno como uma pessoa com condições mentais normais, que necessita apenas de uma adaptação física e estrutural para melhor se adaptar ao ambiente e assim conseguir ser independente. A integração em sala de aula é fundamental. A professora deverá conversar com seus alunos primeiramente sobre a deficiência do novo aluno, explicando toda situação do cadeirante. Para incluir um aluno com deficiência física na escola é necessário que a escola possua adaptações coerentes com a necessidade do aluno como: portas largas, rampas de acesso, cadeira adaptada (deitar), mesa acoplada na cadeira de rodas, entre outros. Os alunos precisam estar preparados para receber o colega deficiente. O professor deve explicar que deficiência física não tem nada a ver com deficiência mental, a deficiência física afeta a parte motora e não a parte cognitiva da pessoa. Muitas vezes a discriminação acontece pela falta de conhecimento, ou por não saber lidar com uma situação nova, que não é comum.

sábado, 13 de outubro de 2012

Bullying contra alunos com deficiência

A violência moral e física contra estudantes com necessidades especiais é uma realidade velada. Saiba o que fazer para reverter essa situação Ana Rita Martins Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinalComo lidar com brincadeiras que machucam a almaTudo sobre bullying Um ou mais alunos xingam, agridem fisicamente ou isolam um colega, além de colocar apelidos grosseiros. Esse tipo de perseguição intencional definitivamente não pode ser encarado só como uma brincadeira natural da faixa etária ou como algo banal, a ser ignorado pelo professor. É muito mais sério do que parece. Trata-se de bullying. A situação se torna ainda mais grave quando o alvo é uma criança ou um jovem com algum tipo de deficiência - que nem sempre têm habilidade física ou emocional para lidar com as agressões. Tais atitudes costumam ser impulsionadas pela falta de conhecimento sobre as deficiências, sejam elas físicas ou intelectuais, e, em boa parte, pelo preconceito trazido de casa. Em pesquisa recente sobre o tema, realizada com 18 mil estudantes, professores, funcionários e pais, em 501 escolas em todo o Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) constatou que 96,5% dos entrevistados admitem o preconceito contra pessoas com deficiência. Colocar em prática ações pedagógicas inclusivas para reverter essa estatística e minar comportamentos violentos e intolerantes é responsabilidade de toda a escola. "Resolvi explicar que o Gabriel sofreu má-formação ainda na barriga da mãe. Falamos sobre isso numa roda de conversa com todos." Maria de Lourdes Neves da Silva, professora da EMEF Professora Eliza Rachel Macedo de Souza, em São Paulo, SPQuando a professora Maria de Lourdes Neves da Silva, da EMEF Professora Eliza Rachel Macedo de Souza, na capital paulista, recebeu Gabriel**, a reação dos colegas da 1ª série foi excluir o menino - na época com 9 anos de idade - do convívio com a turma. "A fisionomia dele assustava as crianças. Resolvi explicar que o Gabriel sofreu má-formação ainda na barriga da mãe. Falamos sobre isso numa roda de conversa com todos (leia no quadro abaixo outros encaminhamentos para o problema). Eles ficaram curiosos e fizeram perguntas ao colega sobre o cotidiano dele. Depois de tudo esclarecido, os pequenos deixaram de sentir medo", conta. Hoje, com 13 anos, Gabriel continua na escola e estuda na turma da professora Maria do Carmo Fernandes da Silva, que recebe capacitação do Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão (Cefai), da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, e está sempre discutindo a questão com os demais educadores. "A exclusão é uma forma de bullying e deve ser combatida com o trabalho de toda a equipe", afirma. De fato, um bom trabalho para reverter situações de violência passa pela abordagem clara e direta do que é a deficiência. De acordo com a psicóloga Sônia Casarin, diretora do S.O.S. Down - Serviço de Orientação sobre Síndrome de Down, em São Paulo, é normal os alunos reagirem negativamente diante de uma situação desconhecida. Cabe ao professor estabelecer limites para essas reações e buscar erradicá-las não pela imposição, mas por meio da conscientização e do esclarecimento. Não se trata de estabelecer vítimas e culpados quando o assunto é o bullying. Isso só reforça uma situação polarizada e não ajuda em nada a resolução dos conflitos. Melhor do que apenas culpar um aluno e vitimizar o outro é desatar os nós da tensão por meio do diálogo. Esse, aliás, deve extrapolar os limites da sala de aula, pois a violência moral nem sempre fica restrita a ela. O Anexo Eustáquio Júnio Matosinhos, ligado à EM Newton Amaral Franco, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, encontrou no diálogo coletivo a solução para uma situação provocada por pais de alunos. Este ano, a escola recebeu uma criança de 4 anos com deficiência intelectual e os pais dos coleguinhas de turma foram até a Secretaria de Educação pedir que o menino fosse transferido. A vice-diretora, Leila Dóris Pires, conta que a solução foi fazer uma reunião com todos eles. "Convidamos o diretor de inclusão da secretaria e um ativista social cadeirante para discutir a questão com esses pais. Muitos nem sabiam o que era esse conceito. A atitude deles foi motivada por total falta de informação e, depois da reunião, a postura mudou." Seis soluções práticas - Conversar sobre a deficiência do aluno com todos na presença dele. - Adaptar a rotina para facilitar a aprendizagem sempre que necessário. - Chamar os pais e a comunidade para falar de bullying e inclusão. - Exibir filmes e adotar livros em que personagens com deficiência vivenciam contextos positivos. - Focar as habilidades e capacidades de aprendizagem do estudante para integrá-lo à turma. - Elaborar com a escola um projeto de ação e prevenção contra o bullying. Antecipar o que vai ser estudado dá mais segurança ao aluno "Passei a adiantar para o José, em cada aula, o conteúdo que seria ensinado na seguinte. Assim, ele descobria antes o que iria aprender." Maria Aparecida de Sousa Silva Sá, professora do CAIC EMEIEF Antônio Tabosa Rodrigues, em Cajazeiras, PB. Foto: Leonardo SilvaNo CAIC EMEIEF Antônio Tabosa Rodrigues, em Cajazeiras, a 460 quilômetros de João Pessoa, a solução para vencer o bullying foi investir, sobretudo, na aprendizagem. Ao receber José, um garoto de 12 anos com necessidades educacionais especiais, a professora Maria Aparecida de Sousa Silva Sá passou a conviver com a hostilidade crescente da turma de 6ª série contra ele. "Chamavam o José de doido, o empurravam e o machucavam. Como ele era apegado à rotina, mentiam para ele, dizendo que a aula acabaria mais cedo. Isso o desestabilizava e o fazia chorar", lembra. Percebendo que era importante para o garoto saber como o dia seria encaminhado, a professora Maria Aparecida resolveu mudar: "Passei a adiantar para o José, em cada aula, o conteúdo que seria ensinado na seguinte. Assim, ele descobria antes o que iria aprender". Nas aulas seguintes, o aluno, que sempre foi quieto, começou a participar ativamente. Ao notar que ele era capaz de aprender, a turma passou a respeitá-lo. "Fiquei emocionada quando os garotos que o excluíam começaram a chamá-lo para fazer trabalhos em grupo", conta. Depois da intervenção, as agressões cessaram. "O caminho é focar as habilidades e a capacidade de aprender. Quando o aluno participa das aulas e das atividades, exercitando seu papel de aprendiz e contribuindo com o grupo, naturalmente ele é valorizado pela turma. E o bullying, quando não cessa, se reduz drasticamente", analisa Silvana Drago, responsável pela Diretoria de Orientação Técnica - Educação Especial, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Samara Oliboni, psicóloga e autora de tese de mestrado sobre bullying, diz que é preciso pensar a questão de forma integrada. "O professor deve analisar o meio em que a criança vive, refletir se o projeto pedagógico da escola é inclusivo e repensar até seu próprio comportamento para checar se ele não reforça o preconceito e, consequentemente, o bullying. Se ele olha a criança pelo viés da incapacidade, como pode querer que os alunos ajam de outra forma?", reflete. A violência começa em tirar do aluno com deficiência o direito de ser um participante do processo de aprendizagem. É tarefa dos educadores oferecer um ambiente propício para que todos, especialmente para os que têm deficiência, se desenvolvam. Com respeito e harmonia.

sábado, 15 de setembro de 2012

Dica pra um deficiente na escola:

A Família deverá procurar a direção da escola se não for atendido, pode procurar um advogado ou então ir na defenderia pública. Estado tem garantir um acopanhante especializado para os alunos e elas possam sentirem inclhidas na escola. Endereço defenderia pública em São Paulo-sp na liberdade para saber é só acessar www.defenderiapublica.sp.gov.br

Cadeirante fica sem vaga na escola em SP

terça-feira, 4 de setembro de 2012

No basquete feminino em cadeira de rodas, Brasil vence e termina em nono

.04/09/2012 09h38 - Atualizado em 04/09/2012 09h38 Seleção supera a França por 59 a 35 com incríveis 45 pontos de Lia Por GLOBOESPORTE.COM Londres Comente agoraLanterna do Grupo A na fase classificatória, a seleção brasileira feminina de basquete em cadeira de rodas venceu pela primeira vez nas Paralimpíadas de Londres. Na disputa pelo nono lugar, a equipe verde-amarela superou a França por 59 a 35. O maior destaque da partida foi Lia, com um duplo-duplo impressionante: 45 pontos e 10 rebotes. Débora Cristina, com oito pontos e 13 assistências, também teve boa atuação. O Brasil esteve na frente em todos os quatro quartos. No primeiro, abriu sete pontos de vantagem sobre a França (17 a 10) e, no segundo, ampliou ainda mais a distância (14 a 4 na parcial). Na volta do intervalo, a seleção europeia melhorou a pontaria no ataque, mas seguiu pecando na defesa (15 a 8). No último período, ambos os times marcaram 13 pontos, mantendo a margem construída pelo grupo verde-amarelo no princípio: 59 a 35.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Brasil perde a quarta e se despede do basquete em cadeira de rodas

.03/09/2012 16h33 - Atualizado em 03/09/2012 18h25 Derrota para a Holanda deixa equipe feminina em último no grupo A Por GLOBOESPORTE.COM Londres Comente agora A brasileira Lia Maria Martins durante o jogo contra a Holanda (Foto: Divulgação / CPB)A seleção feminina de basquete em cadeira de rodas perdeu a quarta e última partida nos Jogos Paralímpicos de Londres. As brasileiras foram derrotadas pela equipe holandesa por 55 a 42, o que as deixou na última colocação do grupo A, com quatro pontos e fora do restante da competição. No mesmo grupo do Brasil, Austrália, Canadá, Holanda e Grã-Bretanha avançaram para as quartas de finais. Já pelo grupo B, Alemanha, Estados Unidos, China e México também seguiram. Primeiro e terceiro quartos fazem a diferença As meninas do Brasil não começaram bem o jogo e permitiram que a Holanda conquistasse uma vantagem de sete pontos no fim do primeiro quarto. Na etapa seguinte, a defesa brasileira subiu de produção e diminuiu a diferença do marcador para 28 a 24. Parecia que as holandesas haviam sentido o golpe. A equipe liderada pela cestinha Mariska Beijer demorou quatro minutos para fazer seus primeiros pontos no segundo tempo. A partir daí, foram as brasileiras que ficaram atônitas e permitiram que o terceiro período acabasse com uma desvantagem de 14 pontos: 48 a 34 para as holandesas. A diferença conquistada no terceiro quarto permitiu que a Holanda se fechasse em seu garrafão e não forçasse bolas no ataque. O Brasil, que não havia conseguido marcar mais de 12 pontos em qualquer dos quartos anteriores, fez apenas oito e sofreu sete. A sonhada virada não aconteceu, e a seleção acabou derrotada por 55 a 42.